sábado, 8 de novembro de 2008

Um outro merchandising é possível

Como já falamos anteriormente, o maior problema dos merchandisings é o fato de ele deixar o telespectador encurralado e aborrecido, por tomar tempo demais do conteúdo editorial do programa.
Porém, um programa de Tv se mantém com patrocínios, devido aos custos altos da produção com os quais as emissoras não podem arcar sozinhas.
A melhor solução, neste caso, é fazer, ao invés de um anúncio "gritado" e intimando o consumidor, fazê-lo de uma forma criativa e agradável para complementar o entretenimento ao mesmo tempo que vende a marca do anunciante.
Aqui trouxemos alguns bons exemplos de merchandisings que fogem à regra geral e são mais simpáticas perante o público:

1. Pânico na TV: Cuecas Mash.
Aqui, ao ínvés do anúncio limpo e seco, o Pânico resolveu fazer um joguinho com a marca, envolvendo, de forma divertida a platéia e o telespectador que assiste.




2. Vinhetas e paródias de comerciais CQC:
O programa humorístico da Band traz ao Brasil uma inovação que já era praticada nas versões estrageiras do programa: as paródias de comercial, sempre antes de cada quadro. O CQC também coloca a marca dos patrocinadores nas próprias vinhetas do programa, de forma bem sutil, sem "gritar" aos ouvidos do telespectador.
Observação: No segundo vídeo, a paródia aparece logo no começo do vídeo. Por isso, não se preocupe em assistir o vídeo inteiro.





3. Merchandising nas Garras da Patrulha.
Temos aqui um exemplo de merchandising criativo aqui do Ceará. Claro que se torna incômoda em várias oportunidades, mas, quando o programa consegue casar a piada com o produto anunciado, como no vídeo abaixo, torna-se bem interessante.




É claro que o merchandising ainda tem que melhorar bastante para cair nas graças do público, mas, felizmente, temos exemplos de bom uso do merchandising.
E você, concorda? Dê sua opinião.

O que é merchandising: seu início no Brasil.

O merchandising, segundo a definição do marketing é o conjunto de ações realizadas com produtos ou serviços que tem como objetivo final a venda.
Porém, o termo merchandising no seu uso mais comum refere-se ao merchandising editorial. Entendemos por merchandising editorial a ação de divulgação do produto e/ou da marca veiculada na parte editorial do programa, ou seja, integrado ao conteúdo do mesmo.
Na TV brasileira, a primeira ação de merchandising editorial se deu em 1969, na telenovela Beto Rockfeller da extinta TV Tupi, onde um personagem amanhecia das noites de farra com ressaca e tomava um antiácido everfecente Alka Seltzer da Bayer. Mas os primeiros grandes casos de merchandising têm registro com a novela Dancing Day’s, em 1979, onde a atriz Sônia Braga, que fazia papel de Júlia, usava calças jeans Staroup. A década de 80 se consolidou na efetiva ferramenta do merchandising, ampliando o faturamento das emissoras.
Desde então, o merchandising editorial (ou simplesmente merchandising no senso comum) consolidou-se, ganhando espaço em telenovelas, programas de auditório, eventos esportivos, cinema e programas de TV e rádio de um modo geral.
E o merchandising editorial tem um grande futuro pela frente. Com a chegada da TV digital ao país, o telespectador vai interagir com a programação. E escolherá até se quer assistir comerciais ou não. Daí a importância de se trabalhar melhor o merchandising praticado hoje em dia.

Fontes: Ciaem-MEIO E MÍDIA
Site Obsonatos

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Performance Merchan

A principal reclamação do telespectador brasileiro no que diz respeito ao merchandising é o fato de os anúncios interromperem o conteúdo da programação.
Será que de fato a interrupção incomoda?
Resolvemos fazer um teste fazendo merchandisisng em um lugar onde o que as pessoas menos precisam é serem interrompidas:

A sala de aula.



E você, acha que o merchandising deve continuar do jeito que está hoje? Como anunciar sem incomodar ou atrapalhar?

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Repórter Merchan

Desde o começo da televisão brasileira, os programas são mantidos no ar através do chamado merchandising, que é anunciar o produto dentro deste programa. Isso se dá pelo fato de a produção dos programas serem caros, o que faz com que as emissoras sozinhas não possam arcar com os custos. E parte da necessidade dos patrocinadores, que são os anunciantes, de divulgarem sua marca e seus produtos, prestando, inclusive, um serviço a mais ao consumidor.
Entretanto, nota-se que os merchandisings atualmente estão sendo muito recorrentes, tomando até um tempo considerável da programação (acaba tendo mais anúncio que conteúdo). Como o telespectador assiste o programa, sobretudo, para ter entretenimento, e não propaganda, acaba se irritando com o excesso de "recados".
Só para visualizarmos melhor como o merchandising indiscriminado interfere na transmissão de informação, nós da equipe realizamos uma performance, uma simulação de como seria se houvesse merchandising em reportagens jornalísticas:



Claro que a situação é absurda, mas dá pra visualizar o fenômeno que acontece nos atuais programas de TV.
O merchandising é valido, mas, será que o excesso de anúncios é interessante para o anunciante e para o consumidor?

domingo, 5 de outubro de 2008

Apresentação.

Olá.
Este blog foi criado a partir do trabalho da disciplina "Laboratório de Publicidade e Propaganda", do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará e faz parte de uma campanha publicitária que visa gerar uma discussão sobre o merchandising praticado pelos programas de TV. Prática essa que, muitas vezes se torna abusiva, pois toma muito tempo dos programas e isso irrita o telespectador, pois ele deseja ter entretenimento com o mínimo de interferência. Mas, sabemos que o anunciante tem o direito de se comunicar com seu público e os programas de TV são um ótimo meio para se chegar até eles. Então, a idéia é que nós, enquanto estudiosos de publicidade, possamos discutir o uso do merchandising para tentar refletir sobre uma maneira de que essa mídia possa ser usada de maneira a agradar, ao mesmo tempo, o anunciante e o telespectador, que é o consumidor potencial.
Colocaremos textos, vídeos e divulgaremos as ações de nossa campanha.
E você poderá dar a sua opinião sobre o assunto, através dos comentários. Sua opinião é muito importante para enriquecer a discussão.